Com a Convenção de Copenhague em destaque nos jornais, além do lixo no Rio de Janeiro e em tantas outras cidades, vamos reescrever a canção do Exílio de Gonçalves Dias:
Minha terra tem sujeira;
Aqui, lá e acolá.
É sujo em todas as feiras
E já não canta o sabiá;
Nosso céu tem muitas nuvens;
Carregada de poluição;
Pegaremos muitas doenças;
Logo neste próximo verão;
Às vezes penso á noite:
- O amigo Dias tinha razão!
Mas se hoje ele voltasse,
Veria muitas árvores no chão.
Nossos rios estão podres;
Com os peixes sem nadar;
Pois as águas se tornaram;
O local pra defecar,
E de onde virá água,
Que o povo vai tomar?
Não permita Deus que eu morra,
Sem brigar por um lugar;
Onde os meus filhos bem sadios;
Em paz possam brincar;
E escute muitos pássaros
E entre eles o Sabiá.
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Minha terra tem sujeira;
Aqui, lá e acolá.
É sujo em todas as feiras
E já não canta o sabiá;
Nosso céu tem muitas nuvens;
Carregada de poluição;
Pegaremos muitas doenças;
Logo neste próximo verão;
Às vezes penso á noite:
- O amigo Dias tinha razão!
Mas se hoje ele voltasse,
Veria muitas árvores no chão.
Nossos rios estão podres;
Com os peixes sem nadar;
Pois as águas se tornaram;
O local pra defecar,
E de onde virá água,
Que o povo vai tomar?
Não permita Deus que eu morra,
Sem brigar por um lugar;
Onde os meus filhos bem sadios;
Em paz possam brincar;
E escute muitos pássaros
E entre eles o Sabiá.


